Com 94,98% de aprovação, a categoria elegeu a Chapa 1 para a gestão 2026/2031
Liderada por Marcão Papeleiro, a chapa única que reúne lideranças experientes e novas forças na composição da diretoria foi consagrada pela categoria após dois dias intensos de mobilização democrática.

Em uma contundente demonstração de unidade, força e consciência de classe, os trabalhadores e trabalhadoras papeleiros foram às urnas e aprovaram, com expressivos 94,98% dos votos, a renovada diretoria do Sindicato dos Papeleiros de Sorocaba e Região para o mandato de 2026/2031. Liderada por Marcão Papeleiro, a Chapa 1, chapa única que reúne lideranças experientes e novas forças na composição da diretoria foi consagrada pela categoria após dois dias intensos de mobilização democrática.
A votação mobilizou toda a base territorial ao longo de quinta e sexta-feira, com as urnas abertas e recebendo votos até as 17 horas em ambos os dias. Para garantir o pleno exercício do voto a cada operário e operária, o processo contou com seis urnas estrategicamente distribuídas: urnas fixas na sede central em Sorocaba e na subsede de Angatuba, postos de votação nas portarias das empresas Sanovo (Sorocaba), Klabin (Angatuba) e Oben Group (Votorantim), além de uma urna itinerante para atender os trabalhadores e trabalhadoras que não puderam comparecer nos pontos de votação. O comparecimento maciço e o resultado esmagador nas urnas reforçam a confiança da base na atuação firme e independente da entidade.
Essa vitória categórica chega em um momento crucial. Mais do que gerir as demandas do dia a dia da categoria, a nova diretoria assume ciente da dura batalha política que se avizinha no cenário nacional para blindar as conquistas históricas da classe trabalhadora. Os direitos trabalhistas enfrentam uma grave ameaça diante da ofensiva liderada por Flávio Bolsonaro, principal opositor do presidente Lula. O projeto apresentado por Flávio até o momento aponta para um cenário devastador de desregulamentação, precarização e desmonte de garantias fundamentais. Nesse contexto, a defesa intransigente dos direitos de quem produz a riqueza do país torna-se uma trincheira inegociável, e a expressiva aprovação de Marcão Papeleiro e da diretoria eleita dá a sustentação política necessária para travar e vencer essa disputa.