Sindicatos realizam paralisação em três unidades da Klabin e reforçam luta da Campanha Salarial 2025/2026

Na manhã desta segunda-feira (20), o STP Sorocaba, Angatuba e Região mobilizou os trabalhadores e trabalhadoras da Klabin Angatuba, em um ato da Campanha Salarial 2025/2026. A unidade ficou totalmente parada por cerca de duas horas, somando-se às duas empresas Klabin de Jundiaí, que também foram paralisadas por sindicatos papeleiros.
A ação fez parte de uma mobilização coordenada entre todos os Sindicatos Papeleiros do Estado de São Paulo, com o objetivo de obter do setor patronal o fechamento positivo da pauta de reivindicações da categoria.
Durante o ato, o diretor do STP Angatuba, Eduardo, destacou a diferença entre sindicatos atuantes e aqueles que se omitem. Ele lembrou de relatos de funcionários de outras empresas, de outros segmentos, que se queixavam da falta de atuação sindical. “Diferente daqui, onde o sindicato está sempre presente, lutando e conquistando benefícios reais para os trabalhadores e as trabalhadoras”, afirmou.
Em sua fala, Karioka também se pronunciou, criticando a postura de uma nova dirigente da empresa que, segundo ele, chegou com arrogância, algo que, segundo suas palavras, o STP não vai aceitar. Karioka ainda reforçou a importância de ser associado ao sindicato, lembrando que apenas os associados podem usufruir de benefícios exclusivos. Como exemplo, citou a Colônia de Férias em Ilha Comprida, recentemente reformada pelo sindicato, oferecendo à categoria e suas famílias um espaço de lazer e integração.
O dirigente foi enfático ao se dirigir à direção da Klabin: “Ou a empresa começa a respeitar e valorizar os trabalhadores, ou a insatisfação vai crescer ainda mais. Não se forma um operador de máquina do setor do dia para a noite. Uma multinacional está chegando no Brasil, se a Klabin não reconhecer o valor de seus funcionários, vai acabar perdendo profissionais experientes e qualificados. É preciso pagar com valores de respeito e dignidade.”
O presidente do Sindicato Papeleiro de Itapeva, Pedrinho, e sua diretoria estiveram presentes, reforçando o ato do nosso sindicato em Angatuba e destacando a importância da união da categoria em todo o estado. Pedrinho, também se pronunciou, relatando problemas enfrentados por trabalhadores do setor em sua região, e que para resolver, é preciso “atos como esses”.
Já encerrando o ato, Paulinho, diretor do STP Angatuba, fez um resgate histórico das lutas do sindicato pela categoria. Ele lembrou que muitas conquistas, hoje, vistas como benefícios da empresa para a categoria, como cesta básica e refeitório – foram resultado direto das mobilizações do sindicato. “Antes, os trabalhadores comiam junto das máquinas, enquanto trabalhavam. Tudo o que temos hoje foi conquistado com muita luta, e é essa luta que precisa continuar”, ressaltou.
Por fim, os dirigentes presentes informaram que a segunda rodada de negociações com o setor patronal acontecerá em 23 de outubro, em São Paulo. A primeira reunião, realizada no dia 16, teve a proposta patronal rejeitada pelos sindicatos, por não atender às reivindicações dos trabalhadores.
“A paralisação em Angatuba e Jundiaí demonstra que a categoria segue mobilizada e unida, disposta a lutar por valorização, respeito e melhores condições de trabalho em todo o setor papeleiro”, declarou o presidente do STP Sorocaba, Angatuba e Região, que esteve presente no ato deste às 6 da manhã na porta da empresa.
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