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Nas ruas de todo o país, mulheres da CUT reforçam a defesa da vida neste 8 de março

Com o mote Pela Vida de Todas a Mulheres, atos também destacaram a redução da jornada de trabalho, sem redução de salários e sem anistia para golpistas

As ruas de várias cidades do Brasil foram ocupadas, neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, por mobilizações organizadas pela CUT, sindicatos, movimentos feministas, mulheres de movimentos sociais e populares. Neste dia de luta, a pauta principal foi em defesa da vida de todas as mulheres.

Amanda Corcino, secretária nacional da Mulher Trabalhadora da CUT, que participou do ato organizado na capital federal, Brasília, reforçou durante a manifestação o mote da campanha deste ano.

“Ainda estamos aqui lutando para que a lei da igualdade salarial seja respeitada e que possamos ter as mesmas oportunidades que os homens no mercado de trabalho. Lutando contra a divisão sexual, pelo fim da escala 6 X 1. Estamos aqui lutando contra os altos índices de feminicídio, violência e assédio. Ainda estamos aqui lutando contra a dominação dos nossos corpos e para dizer que criança não é mãe e que estuprador não é pai, e ainda estamos aqui defendendo a democracia e todos os direitos. Que não há democracia sem a ampla participação das mulheres”, disse a dirigente durante o ato.

Democracia e defesa da vida

A dirigente reforçou que, mais uma vez, as mulheres foram às ruas nas várias cidades do país para dar visibilidade às nossas lutas, mas ressaltou que a luta tem que ser feita “todos os dias do ano, por cada um de nós”.

O 8 de março é uma data importante, de visibilidade, mas a nossa luta, sabemos, é todo dia. O machismo não descansa. A misoginia não descansa, as desigualdades não descansam. Por que a violência nos ameaça todos os dias, ainda estamos aqui. E vamos continuar, todos os dias, nessa luta- Amanda Corcino

Bandeiras de luta

A pauta central desde 8 de março foi de grande relevância para o conjunto da sociedade, mas em especial às mulheres, que foi a defesa da democracia. As mulheres foram protagonistas na luta para derrotar Bolsonaro nas eleições de 2022.

 “Agora, defender a democracia e sem anistia para os golpistas que tentaram tomar o poder de assalto no 8 de janeiro de 2023 é essencial e continua sendo uma luta das mulheres”, continua Amanda.

Além dessas pautas, as bandeiras de luta deste 8 de março de 2025 também incluem a luta pela igualdade salarial; o combate à violência e ao assédio no mundo do trabalho e a importância da Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho – OIT; a política de cuidados e a Convenção 156 da OIT; direitos reprodutivos, violência de gênero e aborto legal; e a importância da 5ª Conferência de Políticas Públicas para as Mulheres.

Os atos deste 8 de março em várias cidades contou também com rodas de conversa, atividades culturais e políticas para debater e reforçar as ações das mulheres.

fonte: https://www.cut.org.br/noticias/nas-ruas-de-todo-o-pais-mulheres-da-cut-reforcam-a-defesa-da-vida-neste-8-de-mar-e46b

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